As diferentes monitorizações para cada terapêutica

Atualmente, as pessoas com Esclerose Múltipla (EM) têm ao seu dispor um leque abrangente de fármacos de características diversas, distintas vias de administração, injetáveis, parentéricas e orais e diferenciadas formas de administração contínuas ou intermitentes, podendo ainda recorrer ao tratamento de indução seguido de uma terapêutica de manutenção ou pelo contrário iniciar o tratamento com um fármaco menos eficaz e mais seguro e recorrer à escalada terapêutica quando a clínica justificar.

O processo de escolha do regime terapêutico e a sua monitorização ganharam complexidade nos últimos anos, nomeadamente devido à possibilidade de diversos regimes de tratamento.

De qualquer forma, sabe-se que de uma forma geral, a avalização da eficácia terapêutica clínica e imagiológica deve ser realizada anualmente, sendo os resultados de exames clínicos e radiológicos fundamentais para o tratamento personalizado.

Por fim, sabe-se que a intervenção precoce é crucial. Intervenções adequadas no estilo de vida, o tratamento com um fármaco que possa reduzir a atividade da doença e a

consideração de mudança rápida para outro fármaco se a vigilância da doença demonstrar uma resposta insatisfatória são elementos cruciais da estratégia.

 

Fontes:

 

PT/NONNI/0819/0065, aprovado em 09/2019

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