Se sente alguns problemas sexuais não deve culpabilizar-se, pois estes podem ser resultado da doença e, além disso, existem formas de os contornar.

 

De facto, em determinadas circunstâncias, alguns sintomas da patologia como a fadiga, a espasticidade ou a incontinência urinária poderão perturbar a intimidade. Nos homens podem também surgir problemas de ereção. Em todos estes casos, é importante ser franco/a com o parceiro/a e falar sobre quaisquer questões que possam surgir.

Além do diálogo constante, é também aconselhável que consulte um médico, seja de clínica geral, um neurologista, um ginecologista ou um urologista.

Efetivamente, o urologista pode prescrever auxiliares mecânicos e medicamentos específicos para tratar as dificuldades de ereção. A consulta a um psicólogo ou psiquiatra pode também ser benéfico para conseguir lidar melhor psicologicamente com a limitação. Por outro lado, o ginecologista pode recomendar o uso de gel ou creme vaginal no caso das mulheres com secura vaginal. Igualmente, a espasticidade pode ser reduzida com medicação adequada.

Planear os momentos íntimos para horas de maior energia e explorar novas formas de intimidade poderá ser também uma boa estratégia.

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