Se estiver a tomar um medicamento para a EM, o seu neurologista falará consigo sobre os possíveis riscos para o seu bebé e vai ajudá-la a decidir se deve continuar com o tratamento para evitar surtos.

Se tiver EM com surtos ligeira a moderada, o seu neurologista poderá dizer-lhe que pode parar de tomar o seu medicamento para a EM enquanto tenta engravidar, e continuar a vigiar a sua EM.1

Alguns medicamentos para a EM podem ser tomados enquanto tenta engravidar.1,2,3 Poderá ter  de mudar de medicamento para a EM se estiver a tomar um que não possa ser tomado durante a gravidez.

  • Alguns medicamentos para a EM podem demorar semanas ou meses a sair do seu organismo após deixar de os tomar. A isto chama-se período de eliminação ou «washout». Deve evitar engravidar até que o medicamento tenha saído do seu organismo e utilizar métodos contracetivos durante o tempo recomendado pelo seu neurologista.4

Se está a pensar em ter um bebé daqui a alguns anos, o seu médico poderá considerar a possibilidade de lhe prescrever medicamentos para a EM que pode tomar periodicamente para ajudar a controlar a sua doença, permitindo-lhe tentar engravidar assim que parar de tomar a medicação.5

 

Referências:

1 – Coyle PK, Oh J, Magyari M, et al. Management strategies for female patients of reproductive potential with multiple sclerosis: an evidence-based review. Mult Scler Relat Disord 2019;32:54–63

2 – Dobson R, Dassan P, Roberts M, et al. UK consensus on pregnancy in multiple sclerosis: ‘Association of British Neurologists’ guidelines. Pract Neurol 2019;19:106–14

3 – Rae-Grant A, Day GS, Marrie RA, et al. Practice guideline recommendations summary: Disease-modifying therapies for adults with multiple sclerosis: Report of the Guideline Development, Dissemination, and Implementation Subcommittee of the American Academy of Neurology. Neurology 2018;90:777–88

4 – Coyle PK. Switching therapies in multiple sclerosis. CNS Drugs 2013;27:239–47

5 – Dobson R, Dassan P, Roberts M, et al. UK consensus on pregnancy in multiple sclerosis: ‘Association of British Neurologists’ guidelines. Pract Neurol 2019;19:106–14

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